Manual de seguridad e inspeccion de Presas

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  • Manual de Segurana e Inspeo de Barragens

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    Manual de Segurana eInspeo de Barragens

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    M25m Manual de Segurana e Inspeo de Barragens Braslia: Ministrioda Integrao Nacional, 2002. 148p.

    Inclui bibliografia.

    1. Segurana de Barragens. 2. Operao e Manuteno de Barra-gens. 3. Inspeo de Audes. 4. Plano de Ao Emergencial. I.Ministrio da Integrao Nacional. II. Ttulo.

    CDU 627.82

    Ministro da Integrao NacionalLuciano Barbosa

    Secretrio de Infra-Estrutura HdricaRosevaldo Pereira de Melo

    Coordenador do PROGUA Semi-rido Obras (UGPO)Demetrios Christofidis

    Coordenadores do TrabalhoCristiano Csar Aires RochaLzaro Luiz NevesMaria Ins Muanis Persechini

    Ministrio da Integrao NacionalEsplanada dos Ministrios Bloco E6 ,7, 8 e 9 andaresCEP: 70062-900Braslia DFwww.integracao.gov.br

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    As barragens so obras geralmente associadas a um elevado potencial de risco devido possibilidadede um eventual colapso, com conseqncias catastrficas para as estruturas das prprias barragens, ao meioambiente, com destruio da fauna e flora, e, principalmente, pela perda de vidas humanas.

    O Brasil, por contar com vastos recursos hdricos, possui um nmero expressivo de barragens. Felizmente,tm ocorrido poucos acidentes, de conseqncias limitadas, uma vez que so raros os causados pela natureza.A isso soma-se o excelente padro tcnico de nossas obras.

    Entretanto, estes fatores no devem ser motivo de despreocupao de nossa parte. Ao contrrio,devemos estar sempre atentos quanto s condies de segurana estrutural e operacional das barragens,identificando os problemas e recomendando reparos, restries operacionais e/ou modificaes quanto sanalises e aos estudos para determinar as solues adequadas.

    Este Manual de Segurana de Barragens, elaborado pelo Ministrio da Integrao Nacional, torna-seoportuno por estabelecer parmetros e um roteiro bsico para ajudar, alm dos rgos do Governo vinculadosao Ministrio da Integrao Nacional, os proprietrios particulares na construo de novas barragens e nareabilitao das j existentes, visando sua operao e manuteno em condies de segurana.

    Luciano BarbosaMinistro da Integrao Nacional

    APRESENTAO

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    SUMRIO EXECUTIVO

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    SUMRIO EXECUTIVO

    O objetivo principal deste Manual de Segurana de Barragens estabelecer parmetros e um roteiro bsico para orientar osprocedimentos de segurana a serem adotados em novas barragens,quaisquer que sejam seus proprietrios, e manter as j construdasem um estado de segurana compatvel com seu interesse social e dedesenvolvimento.

    O Ministrio da Integrao Nacional MI, utilizou o Guia Bsicode Segurana de Barragens, elaborado pelo Comit Brasileiro deBarragens, como bibliografia bsica para elaborao deste Manualdevido ao fato de consider-lo abrangente e por ter sido fruto do esforoconsolidado de profissionais experientes e altamente qualificados darea. Entretanto, o grupo de trabalho reunido pelo MI introduziu algumascontribuies ao Guia, o que gerou um produto diferenciado em relao bibliografia existente sobre o assunto.

    Os captulos iniciais, at o captulo 5, versam sobre definiese generalidades, apontando as responsabilidades do proprietrio dabarragem. Esses captulos estabelecem critrios de classificao paraas barragens, as quais devem ser enquadradas quanto sconseqncias de uma ruptura ou dano em potencial. Todas asbarragens devem ser submetidas periodicamente a uma reavaliaode suas condies de segurana, segundo sua classificao quantos conseqncias de ruptura.

    O Captulo 6 pondera sobre a operao, manuteno e inspeode barragens.

    As equipes de operao e manuteno das barragens devemser treinadas e dispor de um plano de procedimentos de emergnciapara orientao em casos extremos tais como a passagem de cheiasexcepcionais que contemple, pelos menos:

    - Como proceder em resposta aos alertas da instrumentao;- O que fazer para manter a populao mobilizada;- Quais as providncias a serem tomadas contra danos patrimoniais

    e ambientais.As eventuais obras de reparo ou de manuteno recomendadas

    nas inspees, devero ser implementadas com a mxima brevidadepossvel, bem como as providncias e recomendaes devem serregistradas.

    Os captulos de 7 a 10 tratam dos procedimentos deemergncia, que devero ser adotados nos casos de ocorrncia desismos e cheias, e da instrumentao de controle. As barragens deveroser dotadas de um plano de emergncia, objetivando a preservaodas pessoas residentes a jusante, em caso de acidente. Toda barragemdeve ser instrumentada, de acordo com seu porte e riscos associadose ter os dados analisados periodicamente com a realizao das leituras.Todos os instrumentos devem ser dotados de valores de controle oulimites.

    Os captulos 11 e 12 traam consideraes e requisitosnecessrios acerca de segurana de barragens de terra e das estruturasde concreto. Consideraes especiais sobre barragens de rejeitos sodescritas no captulo 14.

    O captulo 13 aborda os efeitos do meio ambiente sobre asegurana de barragens e indica os principais fatores responsveis poresses efeitos.

    Em todos estes captulos foram introduzidas tarefas deadaptao e incorporao de experincias do grupo de trabalho queatuou na elaborao do Manual. A maior parte do texto apresentado originrio do Guia de Segurana de Barragens.

    O captulo 15 versa sobre inspees para a avaliao dasegurana de barragens, cujo objetivo determinar as condies relativas segurana estrutural e operacional das barragens, identificando osproblemas e recomendando tanto reparos corretivos, restriesoperacionais e/ou modificaes quanto anlises e estudos paradeterminar as solues dos problemas. J o captulo 16 descreve osprocedimentos a serem seguidos por ocasio da visita de inspeo,por meio de uma sugesto de lista de verificaes.

    Foram introduzidos anexos de forma a auxiliar o pessoalresponsvel pela segurana e inspeo de barragens na conduo demecanismos que permitam classificar as barragens quanto ao potencialde risco, exemplificar as principais ocorrncias de anomalias,estabelecer modelos para inspeo e um Plano de Ao Emergencial.

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    MANUAL DE SEGURANA EINSPEO DE BARRAGENS

    NDICE1. INTRODUO .......................................................................... 13

    2. OBJETIVO ................................................................................ 14

    3. DEFINIES, CONCEITOS E RESPONSABILIDADES ............ 14

    3.1 GERAL ................................................................................... 143.2 GLOSSRIO ............................................................................ 15

    4. GENERALIDADES .................................................................... 18

    4.1 INTRODUO ........................................................................... 184.2 APLICABILIDADE DO MANUAL DE SEGURANA DE BARRAGENS ......... 184.3 RESPONSABILIDADE PELA SEGURANA DA BARRAGEM ..................... 184.4 CLASSIFICAO DAS BARRAGENS ................................................ 194.5 SELEO DO CRITRIO DE SEGURANA ....................................... 204.6 DESCOMISSIONAMENTO E ABANDONO ........................................... 20

    5. REAVALIAO DA SEGURANA DE BARRAGENS ................ 22

    5.1 GERAL ................................................................................... 225.2 DETALHES DA REAVALIAO ........................................................ 22

    5.2.1 CLASSIFICAO DA BARRAGEM ............................................ 225.2.2 INSPEO DO LOCAL ........................................................ 235.2.3 PROJETO E CONSTRUO ................................................. 235.2.4 OPERAO .................................................................... 235.2.5 MANUTENO ................................................................. 245.2.6 INSPEO E MONITORAO DO DESEMPENHO DA BARRAGEM ..... 245.2.7 PLANO DE AO EMERGENCIAL .......................................... 245.2.8 FIDELIDADE COM REAVALIAES ANTERIORES ........................ 24

    5.3 RELATRIO DE SEGURANA DE BARRAGENS ................................. 245.4 INSUFICINCIA DOS REQUISITOS DE SEGURANA ........................... 24

    6. OPERAO, MANUTENO E INSPEO (OMI) ................... 26

    6.1 GERAL ................................................................................... 266.2 OPERAO ............................................................................. 27

    6.2.1 PROCEDIMENTOS PARA A OPERAO EM REGIME DE CHEIAS .... 276.2.2 PROCEDIMENTOS PARA OPERAO DE EMERGNCIA ................ 276.2.3 CONTROLE DE MATERIAIS FLUTUANTES E/OU ENTULHOS ........... 276.2.4 CONTROLE DA SALINIZAO ............................................... 276.2.5 CONTROLE DA EUTROFIZAO ............................................ 286.2.6 PREVISO DE CHEIAS ....................................................... 28

    6.3 MANUTENO ......................................................................... 29

    6.3.1 ESTRUTURAS DE CONCRETO............................................... 29

    6.3.2 ESTRUTURAS METLICAS ................................................... 29

    6.3.3 BARRAGENS DE TERRA ..................................................... 29

    6.3.4 EQUIPAMENTOS ............................................................... 30

    6.3.5 COMUNICAO E CONTROLE .............................................. 30

    6.3.6 VIAS DE ACESSO BARRAGEM E S ESTRUTURAS ANEXAS ...... 30

    6.3.7 MANUTENO DA REA DA FAIXA DE PROTEO